segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Cifra de César

Em criptografia, a Cifra de César, também conhecida como cifra de troca, código de César ou troca de César, é uma das mais simples e conhecidas técnicas de criptografia. É um tipo de cifra de substituição na qual cada letra do texto é substituída por outra, que se apresenta no alfabeto abaixo dela um número fixo de vezes. Por exemplo, com uma troca de três posições, A seria substituído por DB se tornaria E, e assim por diante. O nome do método é em homenagem a Júlio César, que o usou para se comunicar com os seus generais.
O processo de criptografia de uma cifra de César é frequentemente incorporado como parte de esquemas mais complexos, como a cifra de Vigenère, e continua tendo aplicações modernas, como no sistema ROT13. Como todas ascifras de substituição monoalfabéticas, a cifra de César é facilmente decifrada e na prática não oferece essencialmente nenhuma segurança na comunicação.


A transformação pode ser representada alinhando-se dois alfabetos; o alfabeto cifrado é o alfabeto normal rotacionado à direita ou esquerda por um número de posições. Por exemplo, aqui está uma cifra de César usando uma rotação à esquerda de três posições (o parâmetro de troca, três neste caso, é usado como chave).
Normal:  ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZ
Cifrado: DEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZABC
Para criptografar uma mensagem, deve-se simplesmente observar cada letra da mensagem na linha "Normal" e escrever a letra correspondente na linha "Cifrado". Para descriptografar, deve-se fazer o contrário.
Normal:  a ligeira raposa marrom saltou sobre o cachorro cansado
Cifrado: D OLJHLUD UDSRVD PDUURP VDOWRX VREUH R FDFKRUUR FDQVDGR
A criptografia também pode ser representada usando aritmética modular, primeiro transformando as letras em números, de acordo com o esquema: A = 0, B = 1,… , Z = 25.1 A criptografia de uma letra x por uma troca fixa n pode ser descrita matematicamente como 2
E_n(x) = (x + n) \mod {26}.
A descriptografia é feita de modo similar,
D_n(x) = (x - n) \mod {26}.
(Há diferentes definições para a operação módulo. Acima, o resultado está no intervalo 0...25. Ou seja, se x+n ou x-n não estiverem no intervalo 0...25, deve-se subtrair ou adicionar 26.)
O substituto permanece o mesmo por toda a mensagem, então a cifra é classificada como um tipo de substituição monoalfabética, ao invés de substituição polialfabética.

sábado, 13 de setembro de 2014

O que há no centro da Lua?


O mais provável é que seja ferro, como no centro da Terra - mas com uma diferença: o núcleo lunar é proporcionalmente bem menor, correspondendo a apenas 2% da massa do satélite. (Para ter uma idéia, o do nosso planeta equivale a 30%.) Claro que nenhuma sonda perfurou a Lua para nos trazer essa informação lá do fundo. "São os dados sobre o seu campo gravitacional que nos dão 90% de certeza de que seu núcleo é formado por um metal denso. No caso, ferro puro ou misturado com enxofre", diz o geofísico Lon Hood, da Universidade do Arizona, Estados Unidos, responsável por algumas das mais recentes investigações sobre o assunto para a Nasa. Mas para que serviria vasculhar o centro da Lua? Simplesmente para solucionar um mistério astronômico bem maior: a própria origem do nosso satélite.
Se ele tivesse nascido junto com a Terra - da mesma nuvem de matéria, como reza uma das teorias sobre o assunto -, seus núcleos deveriam ter a mesma proporção de ferro. Mas já descobrimos que isso não acontece. Assim, fica reforçada outra tese: a de que a Lua surgiu de estilhaços da Terra. Nosso planeta teria sido atingido em cheio por um objeto maior do que Marte (!), há cerca de quatro bilhões de anos. A gigantesca nuvem de poeira levantada pelo desastre teria se aglutinado, formando o satélite. Como o grosso desse pó seria das partes mais superficiais da Terra, que contêm pouco ferro, ficaria esclarecida a razão de a Lua ser tão pobre nesse metal.

Ebola, agora é tarde demais




     Especialista diz que vírus vai infectar toda a população dos países africanos
 
 Um respeitado virologista alemão causou choque ao afirmar que é tarde demais para deter a propagação do vírus Ebola em Serra Leoa e Libéria, e que cinco milhões de pessoas vão morrer, notando que os esforços devem agora concentrar-se em parar a transmissão do vírus para outros países.

Jonas Schmidt-Chanasit do Instituto Bernhard Nocht de Medicina Tropical em Hamburgo disse o alemão Deutsche Welle que a esperança é tudo, mas perdeu para os habitantes de Serra Leoa e Libéria, e que o vírus só vai "queimar a si mesmo", quando se infectou toda a população e matou cinco milhões de pessoas.

"O momento certo para obter esta epidemia sob controle nesses países foi perdido", disse Schmidt-Chanasit."Esse tempo foi maio e junho. "Agora é tarde demais."

O atual surto de Ebola na África Ocidental já matou mais de 2.200 pessoas, com a Libéria ea Serra Leoa representando mais de 1.700 dessas mortes.

Enquanto pedindo "apoio maciço" da comunidade internacional para evitar Ebola aparecendo em outros países como Nigéria e Senegal, Schmidt-Chanasit adverte que a contenção dos epidemia na Libéria e na Serra Leoa é um afastamento da realidade.

Organização de ajuda alemã Welthungerhilfe criticou Schmidt-Chanasit por seus comentários, com o coordenador baseado Serra Leoa Jochen Moninger rotular suas declarações, "perigoso e, além disso, não é correto." No entanto, Moninger reconheceu que a avaliação de Schmidt-Chanasit podem ser precisas no caso da Libéria

A Organização Mundial da Saúde recusou-se a comentar as declarações de Schmidt-Chanasit.

 

Embora Ebola continua a raiva em cinco países africanos, a cobertura da mídia sobre a epidemia diminuiu, apesar de evidências de que o vírus sofreu uma mutação.

Como informamos no mês passado , o ex-funcionário da FDA Scott Gottlieb, MD advertiu que se o vírus estava a atingir os Estados Unidos, o CDC iria promulgar procedimentos de emergência que poderia levar a americanos saudáveis, que não apresentam sintomas do doente serem forçosamente detidos por tempo indeterminado período de tempo.

Cientistas do Canadá e do Canadá Agência de Saúde Públicatêm ambos reconheceram que o vírus provavelmente foi transportado por via aérea, pelo menos até certo ponto, enquanto o CDC pediu que funcionários da companhia aérea a tomar medidas para impedir a disseminação aérea do vírus, inclusive dando presumíveis vítimas de Ebola cirúrgico máscaras, bem como orientando funcionários para "não usar ar comprimido, o que pode se espalhar material infeccioso através do ar."

UPDATE: Depois que este artigo foi publicado, o "5000000" citação do relatório original Deutsche Welle foi removido e o título foi alterado. O texto original pode ser lida aqui. Não se sabe por que Deutsche Welle alterou a redação do relatório, sem emitir uma retratação formal.

                                                Fontes: Infowars - Libertar.in

                                                     Via: Revellati Online

Paradoxo de Fermi

O paradoxo de Fermi é a aparente contradição entre as altas estimativas de probabilidade de existência de civilizações extraterrestres e a falta de evidências para, ou contato com, tais civilizações.
A idade do universo e seu vasto número de estrelas sugerem que, se a Terra é um planeta típico, então vida extraterrestre deveria ser comum.1Discutindo essa ideia com colegas durante um almoço em 1950, o físico Enrico Fermi questionou por que, se um grande número de civilizações extraterrestres avançadas existem na galáxia Via Láctea, evidências como espaçonaves ou sondas não são vistas. Um exame mais detalhado das implicações deste tópico começou com um artigo de Michael H. Hart em 1975, no que é, às vezes, referenciado como paradoxo de Fermi-Hart. Outros nomes comuns para o mesmo fenômeno são a questão de Fermi ("onde eles estão"), o Problema de Fermi, o Grande Silêncio3 4 5 6 7 esilentium universi7 8 (Latin para "o silêncio do universo"; apesar de errada, a forma "silencium universi" também é comum).
Houve tentativas de resolver o paradoxo de Fermi tentando-se localizar evidências de civilizações extraterrestres, bem como propostas de que tal vida poderia existir sem o conhecimento humano. Argumentos contrários sugerem que a vida extraterrestre inteligente não existe, ou ocorre tão raramente que os humanos dificilmente farão contato com ela.
A partir de Hart, muito esforço foi feito no desenvolvimento de teorias científicas e modelos possíveis sobre a vida extraterrestre, e o paradoxo de Fermi se tornou um ponto de referência teórica em muitos desses trabalhos.

terça-feira, 22 de julho de 2014

OVNIs na Lua - Verdades sobre a missão Apollo 11



Abaixo, trecho em português do documentário First on the Moon [Apollo XI, A Verdadeira História], doDiscovery Channel, onde é descrito o encontro da Apollo XI com UFOs à caminho da Lua: Continuando, com a Rússia




Mais de 50 anos após a ida do homem ao espaço e quatro décadas que pisou na Lua pela primeira vez, a Agência Espacial Norte-Americana (NASA), entre os diversos argumentos utilizados, informa em um deles que parte da comunicação perdida na transmissão ao vivo que fez na época teve seu conteúdo proibido devido aos "excessos" de brincadeiras que os astronautas estavam fazendo sobre alienígenas.
Boa parte dessas conversas que nunca foram ao ar, mas captada por países estrangeiros, rádio-amadores e piratas em todo mundo, afirmavam que não se tratava de brincadeira alguma. O que se foi dito era mesmo sobre naves extraterrestres em nosso satélite e presentes no espaço.

Seguem abaixo, uma das supostas "brincadeiras" dos astronautas:


"Gravação feita entre a Apolo 11 e o Centro de Comando em Houston" Enquanto o astronauta Collins permanecia no módulo lunar Columbia, orbitando a 110km da superfície lunar, os astronautas Aldrin e Armstrong recolhiam amostras de rochas e levantavam seus instrumentos de medição.
Em dado momento perceberam, para seu espanto, que não estavam sozinhos... Apavorados entraram em contato com Houston, sendo essa transmissão vetada ao meio de comunicação, mas acabou vazando mais tarde por um grupo de radioamadores, que, segundo eles, possuíam equipamentos sofisticados que lhes pemitiram interceptar o sinal e registrar o diálogo:

APOLLO 11: Um momento... Um momento...
HOUSTON: Que foi? Que diabos foi? Isto é o que queremos saber!
APOLLO 11: Esses "bebês" são enormes, senhor! São enormes... Não... Não... Não... Oh! Meu Deus! Ninguém acreditaria nisso! Eu lhes digo, há outras naves espaciais aqui, alinhadas na borda da cratera! Estão na Lua nos observando...
HOUSTON: Que... Que... Que diabos está ocorrendo com vocês? Que ocorre?
APOLLO 11: Estão sob a superfície!
HOUSTON: Que está funcionando mal? Controle chamando Apolo 11!
APOLLO 11: Roger...Roger... Estamos bem aqui, mas temos encontrado alguns visitantes. Sim, estiveram aqui durante algum tempo, a julgar pelas suas instalações...
HOUSTON: Missão central falando. Confirme a sua última mensagem...
APOLLO 11: Estou dizendo-lhes que aqui há outras naves espaciais. Estão alinhadas em fila, do lado mais distante da borda da cratera...
HOUSTON: Repita... Repita...
APOLLO 11: Examinaremos a órbita... Queremos voltar para casa... Em 625 e um quinto... O relógio automático está colocado... Minhas mãos tremem de tal forma que não consigo...
HOUSTON: Filmar?
APOLLO 11: Diabos! É assim... As condenadas câmaras estão funcionando mal aqui em cima...
HOUSTON: Vocês rapazes, conseguiram alguma coisa?
APOLLO 11: Não temos mais filmes agora... Temosapenas três tomadas de OVNIS ou o que sejam, mas podem ter velado o filme...
HOUSTON. Missão controle... É a missão controle... Estão para partir? Repita... Vocês estão para ir embora? Que significa toda essa agitação? Por cenas de OVNIS? Expliquem...
APOLLO 11: Estão pousados aqui e estão nos observando...
HOUSTON: Obtenham fotografias, mas todas as fotografias possíveis dos OVNIS... Vocês estão filmando?
APOLLO 11: Sim, os espelhos estão todos nos seus lugares... Mas esses seres podem vir amanhã e levá-los embora... Seja qual for a sua forma, aquilo eram naves espaciais... Não há dúvida...

Ponto de vista de Neil Armstrong com relação aos OVNIS na Lua:





Somente alguns anos depois, Armstrong comentaria abertamente que alienígenas teriam uma base na Lua, sendo que os mesmos alienígenas os haveriam advertido para retirar-se do local e que permanecessem longe da Lua. Numa entrevista nas dependências da NASA, Armstrong teria respondido algumas perguntas sobre a missão a um professor, sendo o conteúdo de sua resposta a seguinte:

"É incrível. Certo. Sempre soubemos que havia uma possibilidade. O caso é que fomos avisados. Nunca houve dúvida sobre uma estação espacial ou uma cidade na Lua."

Questionado sobre o aviso dos extraterrestres, ele respondeu:


"Não posso entrar em detalhes, exceto para dizer que as naves deles eram muito superiores às nossas, tanto em tamanho como em tecnologia. E, meu Deus, como eram grandes e ameaçadoras!"


Finalmente , quando questionado a respeito das demais missões após a Apolo 11 e o conhecimento da NASA sobre a presença Alienígena na Lua, Armstrong acrescentou:

"Naturalmente a NASA estava comprometida e não pôde arriscar-se a provocar pânico na Terra. Porém foi uma notícia sensacional."

Todas as informações acima, são verdadeiras e confiáveis, foram atestadas pelos próprios envolvidos, não havendo assim nenhum tipo de manipulação para o conhecimento público.


Fonte: Ufo, Misteriosdahumanidade e Mastersite.